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| Alfabética [« »] sequazes 1 sequência 1 sequer 5 ser 172 será 13 serão 1 serás 3 | Freqüência [« »] 243 por 219 dos 201 mais 172 ser 170 mas 160 ou 147 seu | Evangelium vitae Ioannes Paulus PP. II 1995 03 25 IntraText - Concordâncias ser |
negrito = Texto principal
Parágrafo cinza = comentário
1 1| cada dia pela Igreja, há-de ser fiel e corajosamente anunciado
2 2| afirmar o direito que todo o ser humano tem de ver plenamente
3 4| atentados à dignidade do ser humano, enquanto se delínea
4 5| cada país do mundo, quer ser uma reafirmação precisa
5 7| um sinal, a fim de nunca ser morto por quem o viesse
6 9| um sinal, a fim de nunca ser morto por quem o viesse
7 9| pecado, teve imediatamente de ser ampliada a lei da misericórdia
8 11| chamada constitutivamente a ser « santuário da vida ».~Como
9 12| mais avantajados, tende a ser visto como um inimigo do
10 13| tentação, na eventualidade de ser concebida uma vida não desejada.
11 13| outro destrói a vida de um ser humano; a primeira opõe-
12 13| desenvolvimento da vida do novo ser humano.~ ~
13 15| essa terrível saída. Pode ser decisivo, na pessoa doente,
14 16| queda da natalidade, pode ser fácil a tentação de recorrer
15 17| das intenções, que podem ser várias e quiçá assumir formas
16 18| panorama descrito requer ser conhecido não somente nos
17 18| liberdade individual, que hão-de ser reconhecidas e protegidas
18 18| valor e a dignidade de cada ser humano enquanto tal, sem
19 18| idoso, daquele que acaba de ser concebido? Estes atentados
20 19| exaltação do homem enquanto ser « não-disponível »? A teoria
21 19| individualista que acaba por ser a liberdade dos « mais fortes »
22 19| quando colocada como deve ser ao serviço da pessoa e da
23 20| próprio « direito » deixa de o ser, porque já não está solidamente
24 20| totalitarismo. O Estado deixa de ser a « casa comum », onde todos
25 20| declarando algumas dignas de ser defendidas, enquanto a outras
26 21| aos olhos do Senhor » e de ser repreendido pelo profeta
27 22| momentos cruciais do próprio « ser ». Preocupa-se somente com
28 22| primordiais que requerem ser « vividas », tornam-se coisas
29 22| mistério do seu próprio ser.~ ~
30 23| 28). Assim os valores do ser ficam substituídos pelos
31 23| cultural, o corpo deixa de ser visto como realidade tipicamente
32 23| funções e energias, que há-de ser usado segundo critérios
33 23| instrumentalizada: em lugar de ser sinal, lugar e linguagem
34 26| dificuldade em manifestar-se e ser reconhecidos, talvez também
35 29| negativos do pecado, pode também ser conhecido nos seus traços
36 | Chamados (...) a ser conformes à imagem do Seu
37 34| nenhuma razão pode o homem ser subjugado pelos seus semelhantes
38 34| de apenas a sua criação ser apresentada como fruto de
39 35| homem transformou-se num ser vivo » (Gn 2, 7).~A origem
40 35| da mulher, isto é, de um ser que é carne da sua carne
41 35| lhe falta para que seja um ser divino; de glória e de honra
42 35| suprema beleza de todo o ser criado. Verdadeiramente
43 36| Rm 1, 25). Deste modo, o ser humano não só deturpa a
44 36| imagem, é que o homem pode ser liberto da escravidão da
45 37| Jo 1, 4), consiste em ser gerados por Deus e participar
46 37| a vida »; e apresenta o ser gerado por Deus como condição
47 38| manifestou o que havemos de ser. Sabemos, porém, que, quando
48 38| perspectiva, o amor que cada ser humano tem pela vida não
49 39| suas mãos a alma de todo o ser vivente, e o sopro de vida
50 41| que matar está sujeito a ser condenado". Eu, porém, digo-
51 41| O desconhecido deixa de ser tal para quem deve fazer-
52 41| Também o inimigo cessa de o ser para quem é obrigado a amá-
53 42| sobre a terra e sobre todo o ser vivo, como recorda o Livro
54 42| que não podem impunemente ser transgredidas ». ~ ~
55 43| que "desde a origem fez o ser humano varão e mulher" (
56 43| concepção e geração de um novo ser humano, não nos referimos
57 43| semelhança" que é própria do ser humano, tal como aconteceu
58 43| lo recorda, ao pedir para ser amado e servido nos irmãos
59 44| consciência que Israel tem de ser o povo da Aliança, chamado
60 46| O justo não pede para ser privado da velhice nem do
61 47| de tal modo que lhe pode ser pedido para a abandonar
62 47| 6, 17-29). E Estêvão, ao ser privado da vida temporal
63 49| verdadeiro e profundo da vida: ser um dom que se consuma no
64 49| teve pleno cumprimento, ao ser dado o coração novo por
65 50| vida e da morte de todo o ser humano. Antes de morrer,
66 51| semelhante à de qualquer outro ser humano, mas parece aludir
67 51| Ele que não « veio para ser servido, mas para servir
68 52| pessoa livre e pede para ser acolhido, guardado e valorizado
69 52| natureza humana, criada para ser senhora das outras criaturas,
70 52| Arquétipo ». Chamado para ser fecundo e multiplicar-se,
71 53| destruir directamente um ser humano inocente ». Com estas
72 54| extremo que nunca poderá ser transposto. Implicitamente,
73 54| onerosa e demorada, antes de ser concedido ao homicida arrependido
74 55| que se maravilhar! Matar o ser humano, no qual está presente
75 55| a legítima defesa pode ser, não somente um direito,
76 55| o desfecho mortal há-de ser atribuído ao próprio agressor
77 56| mesma. O problema há-de ser enquadrado na perspectiva
78 56| crime como condição para ser readmitido no exercício
79 56| qualidade da pena hão-de ser atentamente ponderadas e
80 57| ainda, quando se trata de um ser frágil e inerme que encontra
81 57| directa e voluntária de um ser humano inocente é sempre
82 57| deliberada de privar um ser humano inocente da sua vida
83 57| vista moral, e nunca pode ser lícita nem como fim, nem
84 57| autorizar que se dê a morte a um ser humano inocente seja ele
85 57| ao direito à vida, cada ser humano inocente é absolutamente
86 57| autêntico, o qual, para o ser verdadeiramente, não pode
87 57| eliminação directa de um ser humano inocente, « não existem
88 57| excepções para ninguém. Ser o dono do mundo ou o último "
89 58| como venha realizada, de um ser humano na fase inicial da
90 58| A pessoa eliminada é um ser humano que começa a desabrochar
91 58| imaginar: nunca poderia ser considerado um agressor,
92 58| supressão deliberada de um ser humano inocente.~ ~
93 59| Antes de mais, culpado pode ser o pai da criança, não apenas
94 59| amor e na sua vocação para ser « santuário da vida ». Nem
95 59| por aqueles que deveriam ser os seus construtores e defensores.
96 60| de dias, não pode ainda ser considerado uma vida humana
97 60| mãe, mas sim a de um novo ser humano que se desenvolve
98 60| programa daquilo que será este ser vivo: uma pessoa, esta pessoa
99 60| presença de uma alma espiritual ser assinalada através da observação
100 60| um indivíduo humano não ser uma pessoa humana? ». ~Aliás,
101 60| e ensina — que tem de ser garantido ao fruto da geração
102 60| que é moralmente devido ao ser humano na sua totalidade
103 60| corporal e espiritual: « O ser humano deve ser respeitado
104 60| espiritual: « O ser humano deve ser respeitado e tratado como
105 60| mesmo momento, devem-lhe ser reconhecidos os direitos
106 60| direito inviolável de cada ser humano inocente à vida ». ~ ~
107 61| específicas do mesmo, mostram pelo ser humano no seio materno uma
108 62| severidade: « A vida deve, pois, ser salvaguardada com extrema
109 62| enquanto morte deliberada de um ser humano inocente. Tal doutrina
110 63| alguns países. Se « devem ser consideradas lícitas as
111 63| Especial atenção há-de ser reservada à avaliação moral
112 64| frequência, estas acabam por ser isoladas da família e da
113 65| Ora, se pode realmente ser considerado digno de louvor
114 65| comportamento « heróico » não pode ser considerado obrigatório
115 66| injustiça que nunca pode ser justificada, nem sequer
116 66| vida e a morte, suplica ser ajudado a libertar a alma
117 68| simplesmente relativo: teria de ser confrontada e ponderada
118 68| moderna e pluralista, deveria ser reconhecida a cada pessoa
119 70| decisão « tirânica » contra o ser humano mais débil e indefeso?
120 70| Porventura deixariam de ser crimes, se, em vez de terem
121 70| democracia, o que há-de ser considerado um positivo «
122 71| derivam da própria verdade do ser humano, e exprimem e tutelam
123 71| direito à vida de todo o ser humano inocente. Se a autoridade
124 71| perde ela a sua razão de ser como também as suas disposições
125 72| deixa, por isso mesmo, de ser uma verdadeira lei civil,
126 73| a ir para a prisão ou a ser morto à espada, na certeza
127 74| do próprio direito de não ser obrigado a participar em
128 74| Tal cooperação nunca pode ser justificada invocando o
129 74| actos contra a vida, deveria ser assegurada aos médicos,
130 74| objecção de consciência deve ser salvaguardado não apenas
131 75| isso, tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de
132 78| conservamos a consciência de ser o povo da vida e pela vida
133 80| é feito familiar deste Ser, cuja excelência e grandeza
134 81| homem não apenas não deve ser eliminada, mas há-de ser
135 81| ser eliminada, mas há-de ser protegida com toda a atenção
136 82| homem e o significado do seu ser e existir; encontraremos
137 82| estar no mundo, mas não ser do mundo (cf. Jo 15, 19;
138 84| respectivas capacidades, todo o ser que, de algum modo, participa
139 84| um acontecimento digno de ser cantado com júbilo e glória ».
140 85| aspectos da vida que merecem ser, de vez em quando, tomados
141 87| caridade a favor da vida deve ser profundamente unitário:
142 87| lo. Cuidado análogo deve ser reservado à vida provada
143 89| cada ocasião, precisam de ser animados por pessoas generosamente
144 89| ética originária, podem ser às vezes fortemente tentados
145 89| fazer morrer » nunca pode ser considerado um cuidado médico,
146 89| dignidade inviolável do ser humano, deixam de estar
147 90| leis iníquas. Mas terão de ser removidas as causas que
148 91| direito à vida de todo o ser humano inocente. Por isso,
149 92| vida, dom de Deus, pode ser convenientemente acolhida
150 92| recebido a fim de, por sua vez, ser dado. Na geração de uma
151 93| formas de adopção, merece ser assinalada a adopção à distância,
152 93| a solidariedade requer ser também concretizada mediante
153 94| Um lugar especial há-de ser reconhecido aos idosos.
154 94| mais... O idoso não há-de ser considerado apenas objecto
155 94| anos, o idoso pode e deve ser transmissor de sabedoria,
156 96| violado, o outro acaba por o ser também. Não há liberdade
157 96| criatura que recebe de Deus o ser e a vida como dom e tarefa:
158 96| inata dependência no seu ser, pode o homem realizar em
159 97| educativa, que ajuda o homem a ser cada vez mais homem, introdu-
160 97| contrário, cada um deve ser ajudado a compreender, na
161 98| dos valores: o primado do ser sobre o ter, da pessoa sobre
162 98| e irmãs de quem devemos ser solidários; hão-de ser amados
163 98| devemos ser solidários; hão-de ser amados por si mesmos; enriquecem-
164 99| relação conjugal, mas devem ser também a alma de qualquer
165 99| advém do facto mesmo de ser pessoa e não de outros factores,
166 101| confiada como um bem que há-de ser comunicado a todos: para
167 101| de um valor que todo o ser humano pode enxergar, mesmo
168 101| e pela vida » pede para ser interpretada de modo justo
169 101| direitos inalienáveis do ser humano. Nem pode ter sólidas
170 103| mundo, Cristo Senhor, e de ser chamada a dá-Lo ao mundo,
171 103| para a Igreja, chamada a ser a « nova Eva », mãe dos
172 103| Menino está aqui (...) para ser sinal de contradição; uma