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os 389
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ouro 2
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160 ou
147 seu
146 cada
139 também
Evangelium vitae
Ioannes Paulus PP. II
1995 03 25
IntraText - Concordâncias
ou
    Parágrafo
1 4| consentido em não punir ou mesmo até reconhecer a plena 2 4| problemas demográficos, sociais ou familiares — que incidem 3 4| vidas humanas nascentes ou encaminhadas para o seu 4 6| faço votos por que renasça ou se reforce, em todos e aos 5 8| como sucede com o aborto ou quando, no mais vasto contexto 6 8| vasto contexto familiar ou de parentela, é encorajada 7 8| parentela, é encorajada ou provocada a eutanásia.~Na 8 9| sangue é a sede da vida, ou melhor « o sangue é a vida » ( 9 9| cometido um fratricídioou seja, o maior dos crimes —, 10 10| entre as classes sociais? Ou na violência inerente às 11 10| que ensanguentam o mundo? Ou então na sementeira de morte 12 10| criminosa difusão da droga, ou com a promoção do uso da 13 10| tantas são as formas, abertas ou camufladas, de que se revestem 14 11| crimes contra a vida nascente ou terminal com expressões 15 12| cuidado, é reputada inútil ou considerada como um peso 16 12| enfermidade, a sua deficiência ou, mais simplesmente ainda, 17 12| põe em causa o bem-estar ou os hábitos de vida daqueles 18 12| inimigo do qual defender-se ou um inimigo a eliminar. Desencadeia- 19 12| relações pessoais, familiares ou de grupo, mas alarga-se 20 14| são depois suprimidos ou utilizados para pesquisas 21 14| de progresso científico ou médico, na realidade reduzem 22 14| com graves deficiências ou enfermidades. E o cenário 23 15| de angústia, exasperação, ou até desespero, provocado 24 16| uma preocupante diminuição ou queda da natalidade; os 25 16| progresso económico e social, ou até de grave subdesenvolvimento. 26 17| exterior, de forças da natureza ou dos « Cains » que assassinam 27 18| vezes, de situações difíceis ou mesmo dramáticas de profundo 28 18| acesso ao desenvolvimento ou o condicionam a proibições 29 19| quem se apresente com plena ou, pelo menos, incipiente 30 19| para quem, como o nascituro ou o doente terminal, é um 31 19| supressão da vida nascente ou terminal aparece também 32 19| subjectiva e volúvel opinião ou, simplesmente, o seu interesse 33 20| vida é posto em discussão ou negado com base num voto 34 20| base num voto parlamentar ou na vontade de uma parte — 35 22| simplesmente « possuir » ou « rejeitar ».~Aliás, uma 36 22| que se -de reconhecer, ou de um desígnio de Deus sobre 37 23| interpretada prevalente ou exclusivamente como eficiência 38 23| rejeitado como inútil, ou mesmo combatido como mal 39 23| lugar e linguagem do amor, ou seja, do dom de si e do 40 23| exprime o próprio desejo ou mesmo a determinação de 41 23| mulher, a criança, o enfermo ou atribulado, o idoso. O critério 42 24| responsável, nãoporque tolera ou favorece comportamentos 43 25| coisas corruptíveis, prata ou ouro, mas pelo sangue precioso 44 26| centros de ajuda à vida ou instituições análogas, dinamizadas 45 26| de particular dificuldade ou precisa de reencontrar um 46 26| dos doentes em fase grave ou terminal. Várias entidades 47 26| calamidades naturais, epidemias ou guerras. Apesar de estar 48 27| idade, e noutros centros ou comunidades em defesa da 49 29| verdade (cf. Jo 3, 21), ou seja, a capacidade de assumir 50 29| consciência « desde o princípio », ou seja, desde a própria criação, 51 32| enfermo, aflito pela provação, ou é vítima das diversas formas 52 33| para O matar » (Mt 2, 13), ou então fica indiferente e 53 34| bem. Esta é uma intuição ou até um dado de experiência, 54 35| humana. No outro, homem ou mulher, reflecte-Se o próprio 55 39| fruto de pura casualidade ou de um destino cego, mas 56 42| sobre o ambiente de vida, ou seja, sobre a criação que 57 42| liberdade de "usar e abusar", ou de dispor das coisas como 58 44| vida ainda não nascida, ou então a vida próxima do 59 44| possibilidade de ofender, agredir ou mesmo negar a vida em tais 60 46| pessoas idosas e doentes, ou uma explícita condenação 61 47| escolher arbitrariamente viver ou morrer; efectivamente, senhor 62 48| procurar-se-ão as atenuantes ou as excepções. Só se nos 63 50| consiste no perdão dos pecados, ou seja, na libertação do homem 64 52| configura como « evangelho », ou seja, uma boa e feliz notícia. 65 53| social. Deus é o go'el, ou seja, o defensor do inocente ( 66 55| carência de amor à vida ou a si mesmo, mas apenas em 67 55| do bem comum da família ou da sociedade ». Acontece, 68 56| aplicação muito limitada, ou melhor, a total abolição 69 56| de absoluta necessidade, ou seja, quando a defesa da 70 57| humano inocente seja ele feto ou embrião, criança ou adulto, 71 57| feto ou embrião, criança ou adulto, velho, doente incurável 72 57| velho, doente incurável ou agonizante. E também a ninguém 73 57| este gesto homicida para si ou para outrem confiado à sua 74 57| sequer consenti-lo explícita ou implicitamente. Não autoridade 75 57| possa legitimamente impor ou permitir ». ~No referente 76 57| ninguém. Ser o dono do mundo ou o último "miserável" sobre 77 58| e pede a sua eliminação, ou até a provoca.~É verdade 78 58| razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque 79 58| importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para 80 59| sobre aqueles que directa ou indirectamente a forçaram 81 59| especialmente às mais numerosas ou com particulares dificuldades 82 61| suprima a alma nascida ou que se faça desaparecer 83 62| seja pretendida como fim ou apenas como meio para o 84 62| tal praxe, com penas mais ou menos graves, foi confirmada 85 62| isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre 86 63| suas condições de saúde ou para a sua sobrevivência 87 63| afirmar que o uso de embriões ou de fetos humanos como objecto 88 63| como fornecedores de órgãos ou de tecidos para transplante 89 63| possível uma terapia precoce ou ainda a favorecer uma serena 90 63| por causa de limitações ou doenças.~ ~ 91 64| intenso.~Além disso, recusando ou esquecendo o seu relacionamento 92 64| insolúveis e de aliviar ou eliminar a dor, como também 93 64| docemente » à vida própria ou alheia. Na realidade, aquilo 94 65| deve-se entender uma acção ou uma omissão que, por sua 95 65| excesso terapêutico », ou seja, a certas intervenções 96 65| que se poderiam esperar ou ainda porque demasiado gravosas 97 65| a meios extraordinários ou desproporcionados não equivale 98 65| não equivale ao suicídio ou à eutanásia; exprime, antes, 99 65| caso, a morte não é querida ou procurada, embora por motivos 100 65| malícia própria do suicídio ou do homicídio.~ ~ 101 66| cada um à vida, atenuando ou anulando a responsabilidade 102 66| paciência e amor o seu familiar, ou por quantos — como os médicos —, 103 66| quando alguns, médicos ou legisladores, se arrogam 104 68| daquele que ainda não nasceu ou está gravemente debilitado, 105 68| lógica proporcionalista ou de puro cálculo. Igualmente 106 70| uma maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade 107 70| substituto da moralidade ou a panaceia da imoralidade. 108 70| valor da democracia vive ou morre nos valores que ela 109 71| jamais criar, modificar ou destruir, mas apenas os 110 71| tolerância legal do aborto ou da eutanásia não pode, de 111 71| reconhecer os direitos da pessoa, ou os violar, nãoperde 112 72| os governantes legislarem ou prescreverem algo contra 113 72| civil legitima o aborto ou a eutanásia, deixa, por 114 73| mesmo a ir para a prisão ou a ser morto à espada, na 115 73| aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito 116 73| mais permissiva em vigor ou posta a votação. Não são 117 73| fosse possível esconjurar ou abrogar completamente uma 118 74| profissionais consolidadas ou a renúncia a legítimas perspectivas 119 74| em si mesmas indiferentes ou mesmo até positivas, previstas 120 74| pela sua própria natureza ou pela configuração que tem 121 74| contra a vida humana inocente ou como aprovação da intenção 122 75| bondade de qualquer intenção ou consequência, está em contraste 123 77| sobretudo quando é mais débil ou ameaçada. É uma solicitude 124 80| que palavra, pensamento ou arroubo de espírito poderemos 125 83| atribulado, marginalizado, ou às portas da morte; mas 126 84| e em cada homem que vive ou morre, reconhecemos a imagem 127 85| o cuidado por quem sofre ou passa necessidade, a solidariedade 128 85| solidariedade com o idoso ou o moribundo, a partilha 129 86| quotidiano, feito de pequenos ou grandes gestos de partilha 130 87| poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e 131 87| ao idoso que está doente ou perto da morte —, que temos 132 87| toda e da vida de todos. Ou melhor ainda e mais profundamente, 133 87| provada pela marginalização ou pelo sofrimento, de forma 134 88| acolhimento de uma vida nascitura ou que acaba de vir à luz.~ 135 88| dificuldades, extravio, doença ou marginalização, outros instrumentos — 136 88| lares para abrigo de menores ou dos doentes mentais, os 137 88| dependentes de religiosos ou, de alguma maneira, ligadas 138 89| de manipulação da vida, ou mesmo até em agentes de 139 89| experiências, investigações ou aplicações que, menosprezando 140 90| tem um mandato legislativo ou poder decisório que o chama 141 91| natalidade, se encoraje ou até imponha o uso de meios 142 93| disponibilidade para a adopção ou para o acolhimento das crianças 143 93| abandonadas pelos seus pais ou, de qualquer modo, em situação 144 94| eutanásia.~A marginalização ou mesmo a rejeição dos idosos 145 94| sua presença na família ou, pelo menos, a estreita 146 94| reduzido espaço da habitação ou outros motivos, essa presença 147 94| importante que se conserve, ou se restabeleça onde tal 148 96| desenfreado dos indivíduos ou o totalitarismo repressivo 149 96| como se Ele não existisse ou de qualquer modo não se 150 96| facilmente se acaba por negar ou comprometer também a dignidade 151 97| moral, decidem evitar, com ou sem limites de tempo, um 152 97| ilusório, procurá-los reprimir ou ignorar. Ao contrário, cada 153 98| da elaboração cultural, ou seja, no mundo da escola 154 98| tudo o que possa inspirar ou fazer crescer sentimentos 155 98| fazer crescer sentimentos ou atitudes de indiferença, 156 98| de indiferença, desprezo ou rejeição da vida. Na escrupulosa 157 100| comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família 158 101| paz, mas por outro aceita ou tolera as mais diversas 159 105| Na « nova Jerusalém », ou seja, no mundo novo para 160 105| assassinados ~pela indiferença ~ou por uma presunta compaixão. ~


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