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JOÃO PAULO II

AUDIÊNCIA GERAL

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2000

 

Queridos Irmãos e Irmãs!

Desejo que o grande Jubileu seja para todos uma experiência de fé, com uma conversão do coração através de uma mudança de vida, em vista do testemunho evangélico renovado. Oxalá encontreis a amizade com Deus e a sua graça, para as relações fraternas com todos!

Saúdo cordialmente os peregrinos de língua francesa, sobretudo os seminaristas de Nanci, os jovens de Tolosa e os de Reims que receberão o Sacramento da Confirmação. Que todos caminhem seguindo os passos de Cristo! A todos concedo de bom grado a Bênção Apostólica.

Apresento especiais boas-vindas à Pontifícia Academia das Ciências Sociais, que durante estes dias realiza o seu encontro em Roma. Agradeço-vos a dedicação com que pondes os próprios conhecimentos e experiências ao serviço da Santa Sé, no vosso importante campo de investigação. Saúdo os Diáconos da Arquidiocese de Southwark, os grupos ecuménicos da Inglaterra e Suécia, e os peregrinos de Hong-Kong e Taiwan. Com afecto dou as boas-vindas ao grupo de peregrinos de muitas Dioceses dos Estados Unidos da América e da Irlanda. Visto que estamos a reflectir neste Ano jubilar sobre o exemplo de Abraão, procuremos crescer na fé e na aceitação da iniciativa salvífica de Deus na nossa vida. Invoco as bênçãos de Deus Omnipotente sobre vós e as vossas famílias.

Saúdo com afecto os peregrinos de língua espanhola, especialmente os grupos das Dioceses de Huelva e Santander, de Xirivella, São João de Alfarache e Sabiñánigo na Espanha, assim como os que vieram da Argentina, México e outros países latino-americanos. Que a vossa visita a Roma neste Ano jubilar cumule o vosso coração, impelindo a conversão sincera e fortalecendo a fé, de modo que retorneis às vossas famílias e comunidades levando a alegria da graça de Deus, juntamente com a minha bênção paternal.

De coração saúdo o grupo de peregrinos eslovacos provenientes de Trnava, Detvianska Huta, Látky, Banská Bystrica e Zázrivá.
Caros Irmãos e Irmãs, celebrámos ontem a festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo. Formulo votos por que a visita ao túmulo de São Pedro vos sirva de estímulo para um sempre mais generoso empenho de testemunho cristão na vossa Pátria.

De  bom  grado  concedo  a  Bênção Apostólica  a  vós  e  aos  vossos  entes queridos.

Louvado seja Jesus Cristo!

Saúdo de coração os peregrinos croatas aqui presentes e concedo-lhes a Bênção Apostólica.

Louvados sejam Jesus e Maria!

Saúdo  os  peregrinos  de  Smartno pri  Litiji,  na  Eslovénia,  que  com  a visita r Porta Santa em Roma desejais professar a própria fé e renovar o pessoal empenhamento apostólico. Com estes votos vos concedo a minha Bênção Apostólica.

Saúdo todos os peregrinos de língua italiana. Em particular, dirijo um cordial pensamento aos fiéis da Arquidiocese de Tarento, vindos em peregrinação a Roma juntamente com o Arcebispo, D. Benigno Luigi Papa. Caríssimos, agradeço de coração a vossa grata visita e faço votos por que a peregrinação jubilar vos ofereça a providencial ocasião para revigorardes a vossa adesão a Cristo e renovardes os vossos generosos propósitos de testemunho evangélico.

Saúdo, depois, os participantes no encontro anual dos Bispos amigos do Movimento dos Focolarinos, junto do "Centro Mariápolis" de Castel Gandolfo. Venerados e queridos Irmãos no Episcopado, no decurso do vosso encontro ocupa um lugar privilegiado a reflexão sobre a oração de Jesus na Última Ceia "para que todos sejam um só" (Jo 17, 21). Fiéis e espiritualidade da unidade e através dum constante intercâmbio de experiências, prossegui a vossa missão de construtores de comunhão no interior das Conferências Episcopais, no seio do presbitério e nas comunidades diocesanas. Ao desejar todo o bom êxito e vossa reunião, acompanho os meus votos com a oração ao Senhor e a Maria, Mãe da unidade.

Saúdo também os alunos da Escola de Polícia de Alexandria e o grupo de sacerdotes da Obra  Romana  de Peregrinações,  agradecendo-lhes  a  participação.

Por fim, saúdo os Jovens, os Doentes e os jovens Casais.

Caríssimos, sois sempre bem-vindos. O Papa tem no seu coração um lugar especial para vós. A todos dirijo a minha afectuosa saudação, que acompanho com uma especial benção para cada um de vós e para as pessoas que vos são queridas.


E agora dirigir-me-ei para a Sala Paulo VI, onde presidirei a uma celebração litúrgica na recordação do Patriarca Abraão, nosso pai na fé.

Será esta a primeira etapa daquela peregrinação a alguns lugares relacionados com a história da salvação, que prosseguirei amanhã partindo para o Egipto e o Monte Sinai.

A Praça de São Pedro estará ligada, mediante a televisão, com a Sala Paulo VI:  quem quiser permanecer poderá seguir, através dos grandes écrans colocados nesta Praça, tudo o que se realizará na contígua Sala, e pôr-se assim espiritualmente a caminho "na esteira de Abraão". Desse modo, poderá reviver o momento inicial desta "história da salvação" que atingiu o seu ápice quando, na plenitude dos tempos, o Filho de Deus nasceu da Virgem Maria.

A vicissitude de Abraão tem uma importância fundamental para os crentes de todas as épocas, e portanto também para nós que olhamos para ele como para um modelo de incondicionada submissão à vontade de Deus.

 



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